29 de setembro de 2016

Por Onde Tenho Andado


Tal como o tráfico de droga fez Escobar esconder-se, o meu trabalho tem-me afastado das salas de Cinema e, consequentemente, do blog. Falo do maior narcotraficante da história pois deixei-me agarrar por Narcos, a série do momento. Tudo o que se torna viral, principalmente entre amigos e conhecidos, muito diferentes uns dos outros, cria uma curiosidade à qual não consigo resistir, mesmo que demore a admiti-lo. Depois de ir vendo de soslaio posts, artigos, fotos de Instagram e ir ouvindo, meio desinteressada, resumos dos episódios protagonizados por Wagner Moura, resolvi iniciar a maratona. A segunda season saiu e foi aí que comecei a primeira.

21 de abril de 2016

O Branding de Game of Thrones

Com a eminente chegada da temporada 6, já este domingo, dia 24, torna-se propício partilhar um texto que comecei a escrever há uns meses. O título denuncia-me e basicamente vou falar de duas coisas que adoro, comunicação de marcas e Game of Thrones.


31 de março de 2016

Girls | Temporada 5 Até Aqui



O destaque de Março vai para Girls, a série de que já muito falei mas sempre ao de leve. O que me faz vir monologar acerca da obra de Lena Dunham é esta temporada que vai em 6 episódios e não pára de surpreender! Queixei-me de que os episódios sabiam a pouco e o dia-a-dia de cada uma era pouco explorado. Parece que Dunham leu o meu post e nos trouxe mais sumo em episódios que se ligam e não são tão autónomos como os anteriores.

O fim da season 4 é a maturação das miúdas e especialmente de Hannah, que parece emocionalmente equilibrada num momento difícil, o nascimento da sobrinha de Adam. Tanto ela como Jessa fazem parte do processo difícil do parto de Caroline, que dá o nome de ambas à bebé. Pois bem, parece que a presença de Jessa na vida do ex-namorado da protagonista não ficou por aqui... Se a aproximação de Adam e Jessa nos assustou um pouco para depois nos deixar em paz a acreditar na amizade pura, a quinta temporada deu-nos novamente a volta!

-spoilers -

2 de março de 2016

Room



Tal como Gone Girl no ano passado, Room é o meu eleito dos Oscars 2016. Tem boa história, também baseada num livro e excelentes interpretações. Tal como aconteceu a Rosamund Pike, Brie Larson recebeu a estatueta de melhor actriz, vencendo a sempre brilhante Cate Blanchett e a carismática Jennifer Lawrence. Neste momento é a namorada da América (taco a taco com Alicia Vikander, também vencedora enquanto actriz secundária) e em termos de popularidade começa a ultrapassar J-Law. Esperamos vê-las juntas no projecto escrito por Jennifer e Amy Schumer!

Mas agora vamos ao filme!
O público em geral adora histórias de sociopatas, prova disso é o êxito de Making a Murderer. Normalmente a indústria foca-se muito no sujeito que rapta, tortura e mata, nas suas acções para com as vítimas e pouco na vida destas após o abuso. A obra de Lenny Abrahamson inova aqui, alterando as directrizes mais comuns deste género de narrativa. Mostra-nos uma mãe dedicada e criativa (Brie Larson) e um filho curioso e inteligente. Mostra-nos a sua habitação de dez metros quadrados, que é o mundo do Jack (Jacob Tremblay), com vista muito limitada para o universo.

5 de fevereiro de 2016

Se Tu Visses o Que Eu Vi | Janeiro


Este ano decidi que tenho de ver pelo menos 100 filmes. Parece muito pouco mas pensando que séries, leitura, passeios, trabalho e blog ocupam imenso tempo acho que é um número justo para mim e fácil de cumprir. Podem acompanhar a lista  a crescer pelo IMDB e por aqui vou falando, mensalmente, dos destaques que mereceram mais atenção. Em Janeiro Damsels in Distress foi o eleito para esta rubrica. 

23 de janeiro de 2016

Joy


Este filme colocou-me uma questão: Se fosses tu o que farias?
Há uma sensação na vida a que eu chamo "saltar da prancha de uma piscina". Descrevo-a como o exacto momento em que estás lá em cima, bem alto e com vertigens, sem conseguires decidir se saltas ou desces, se arriscas ou desistes. E do teu fundo vem uma coragem repentina, um frio na barriga, que te faz arriscar e saltar lá bem do alto. Este filme é esta sensação, esta força e adrenalina.
Spoiler Alert

10 de janeiro de 2016

Se Tu Visses o Que Eu Vi | Dezembro



Quando choramos e rimos a assistir um filme sabemos que a receita foi bem executada. Sisters faz-nos querer repetir a dose. A dupla Fey e Poehler não desilude e reforça o seu estatuto de rainhas da comédia à americana.