28 de dezembro de 2015

Last Days of Disco | Guarda-Roupa

Este foi dos filmes com guarda-roupa mais contemporâneo que já vi. Pensando que se fez em 1998 para representar o início da década de 80, Last Days of Disco serve de pura inspiração de estilo em 2016. Direcção de Guarda-Roupa por Sarah Edwards.







23 de dezembro de 2015

Sugestões de Natal



Ainda a tempo do Natal, deixo-vos algumas ideias de filmes repletos de espírito natalício. Dentro de alguns items como ter uma mensagem de amor, amizade positiva, se passarem no Natal e serem o mais child friendly possível, seleccionei alguns que me lembro e gosto de rever sempre. Depois temos as novidades em TV que animam qualquer ceia. Este ano quero ver Frozen, Maleficient e rever A Bela Adormecida.

6 de dezembro de 2015

Se Tu Visses o Que Eu Vi | Novembro

 

Last Days of Disco é feito de uma forma muito conceptual, focando a vida de duas editoras, nos seus vinte anos, cheias de incertezas em relação à vida e ao sexo oposto. Com a, na altura, popular Chloë Sevigny e Kate Beckinsale poderia ser um filme menos pretensioso e mais leve. Mas assim seria apenas mais uma comédia romântica e não um quase documentário da vida nocturna, segundo os yuppies, de Nova Iorque nos anos 80. É uma narrativa aberta que, embora siga durante quase duas horas de forma monocórdica, acaba por deixar vontade de saber mais acerca das personagens. De referir o guarda-roupa espectacular e muito adequado ao contexto retratado, com a presença da It Girl Chloë não se esperava menos neste departamento!
3*/10*

30 de outubro de 2015

Sugestões de Halloween 2015



Em 2011 dei algumas sugestões de filmes para o Haloween: The Rocky Horror Picture Show e The Craft. Pelas minhas escolhas é fácil perceber que não sou fã daquele terror gore ou de suspense com mortes ou casos sobrenaturais à mistura. Já vi e decidi, não gosto! Prefiro ir pelo lado ligeiro e divertido do caminho, com uns momentos de mais tensão, mas bastante breves! As sugestões deste ano vão na mesma onda...

13 de outubro de 2015

Ghost World | Guarda-Roupa

Ghost World, de 2001, é a adptação do graphic novel homónimo e realizado por Terry Zwigoff. O filme é feito com centralidade em duas miúdas (Thora Birch como Enid e Scarlett Johansson como Rebecca) intelectuais e sem perfil popular mas que, para mim, têm muito estilo. O guarda-roupa ficou a cargo de Mary Zophres.









9 de outubro de 2015

The Intern


Realizado por Nancy Meyers, uma especialista das fórmulas delicodoces de cinema, The Intern marca pela contemporaneidade e pela abordagem pouco cliché à temática geriatria. Ben (Robert De Niro) é um septuagenário cheio de energia, optimismo e vontade de aproveitar os seus últimos anos, mesmo após a viuvez.  Ao começar a enfadar-se da vida de reformado resolve candidatar-se a um programa de estágios sénior. A empresa de e-commerce vai na onda hipster e pertence à jovem Jules (Anne Hathaway), uma empreendedora que pedala por entre mil tarefas e dilemas que tem de resolver.

16 de setembro de 2015

Ultimo Tango a Parigi


Sendo The Dreamers um dos meus filmes favoritos era inadmissível não conhecer mais nada do seu realizador, Bernardo Bertolucci. Last Tango a Parigi foi uma escolha óbvia, é o filme mais conhecido dele e também várias vezes recomendado por amigos. Não conheço bem o trabalho de Marlon Brando (só vi A Streetcar Named Desire) e deparo-me com algo que não gosto na minha geração, usamos estes ícones enquanto elementos estéticos a favor da nossa inspiração mas não aprofundamos o conhecimento da sua obra. Se The Dreamers é feito com candura e languidez sob uma superfície dura, o Last Tango é exactamente o oposto, frio e sistemático sob uma base delicada.

8 de setembro de 2015

Já Chegaram?


Ainda não e eu estou farta de esperar! O bom de encontrar forma de ver uma série desde o início, quando esta já vai na quarta ou quinta temporada, é não ter de esperar por mais material... Setembro marca o fim de muitos hiatus televisivos, outros só no próximo ano. Estas são as séries que me causam saudade. 
! Spoilers nos rodapés "Onde Ficámos"!

3 de setembro de 2015

Se Tu Visses o Que Eu Vi | Agosto



Kelly and Cal é arrepiante. Entramos na história e só queremos ser nós a controlar a vida das personagens para pararem de fazer disparates. Juliette Lewis a fazer-me gostar mais dela.
6*/10*

Quem diria que eu iria gostar de um filme sobre poker... Ver 21 fruto do meu vício por zapping, que se revelou bem doce, não pela história ser terna mas sim pela sua adaptação de um caso real muito bem representada por Kevin Spacey e Jim Sturgess. Finalmente vi um filme com a Kate Boshworth (que ao género da Sienna Miller)  e não me convenceu. Há algum papel que ela fez que mereça a minha atenção?
7*/10*

6 de agosto de 2015

White Bird in a Blizzard



A obra de Gregg Araki conta-nos a vida de uma família aparentemente típica após o desaparecimento da mãe. Ao longo da narrativa são-nos apresentados detalhes, pela voz da filha, que podem servir de peças ao puzzle. White Bird in a Blizzard fez-me lembrar Gone Girl pois foca-se no desaparecimento de mulheres, donas de casa perfeitas e no que estas deixam para trás. É também a adaptação de um livro e as suas cenas são ainda mais fantasiosas que na estética de David Fincher. Os dois filmes são de 2014 mas o mediatismo de cada um é aquilo que mais os separa pois este é realizado por Gregg Araki, que trabalha para um nicho de espectadores. Mesmo as participações de Christopher Meloni, Eva Green e Shailene Woodley não catapultaram o filme.

3 de agosto de 2015

Se Tu Visses o Que Eu Vi | Julho



Neste mês o meu zapping teve muita mais qualidade: In the Land of Blood and Honey. O filme é muito bom e parece-me que as más críticas de que foi alvo deveram-se unicamente ao preconceito por ter sido realizado por Angelina Jolie.

Decidi finalmente ver um clássico que há muito queria assistir: Clueless! Sim, é um clássico dos teen movies e da Cinematografia e Moda. Tal como um dia disse acerca de The Breakfast Club, este filme é um alicerce das comédias românticas high school em geral mas com uma estrutura pouco cliché.

Game of Thrones deixou-me 100% viciada. Depois de ver as cinco seasons contentei-me com as mil entrevistas ao elenco e em tentar ver filmes com os actores. Barely Lethal foi a primeira escolha pois tinha Sophie Turner e como protagonista Hailee Steinfeld. O filme poderia ser bom mas não o é. Peca por tentar aliar comédia, high school e acção e não conseguir.

30 de julho de 2015

Jout Jout Prazer


 Jout Jout para a Elle Brasil

Júlia Tolezano aka Jout Jout alcançou o estrelato no Youtube num ano! Tem 24 anos, é brasileira e desistiu do curso em Jornalismo para fazer algo que a completasse. O resultado são vídeos super divertidos, naturais e criativos. Estou viciada!!

16 de julho de 2015

Appropriate Behaviour



Desiree Akhavan é um nome pouco usual mas que, com toda  a certeza, vai fazer parte do legado indie-feminista que se tem construído nos últimos anos. A realizar e protagonizar Appropriate Behaviour podemos chamar-lhe uma Lena Dunham in the making. E ambas já estão ligadas: só após pesquisar a estrela do filme tive a certeza que a conhecia de algum lado, Girls! 

8 de julho de 2015

Se Tu Visses o Que Eu Vi | Junho


Mais uma vez, vítima do zapping, dei por mim a assistir a The Jane Austen Book Club. À medida que o filme avançava ia-me recordando: já vi isto, já vi isto... Mas algo me demoveu a mudar de canal, logo eu que não gosto nada de ver coisas repetidas! E a surpresa torna-se maior pois esta obra de Robin Swicord, adaptada de um romance, não é brilhante.

26 de junho de 2015

As Escolhas de Mariana | Short Term 12

A Mariana Lagoa deve ser, de todas as minhas amigas, a que mais e melhores filmes vê. Se em muitos casos os nossos gostos colidem, noutros sou completamente surpreendida pelas sugestões dela. Como exemplo temos a sua escolha para a rubrica aqui do blog, Short Term 12:


"Tinha grandes expectativas para o filme de Destin Daniel Cretton, com Brie Larson e John Gallagher Jr. nos principais papéis. Brie faz o papel de Grace, uma assistente social dedicada que trabalha num centro de acolhimento para jovens problemáticos. Ao mesmo tempo que Grace vai acompanhando a vida daqueles jovens, vai também ela continuando a debater-se com um passado não mais positivo. Foi esse passado, que não deixando de estar presente no intimo de Grace, lhe trouxe a sensibilidade e capacidade de compreender e ajudar os outros. Somos "transportados" para aquele meio de um modo muito intimista, quase que a viver o quotidiano naquele centro. Adorei a vulnerabilidade que foi sempre mostrada durante o filme, não deixando de passar a mensagem de força que pode estar inerente na mesma. 

Um filme que nos faz também recordar a ainda existente vontade de ajudar o próximo. Um filme sobre tolerância, sobre a humanidade. Para fazer chorar e para fazer rir. Apesar de todas as histórias de vida de fazer partir o coração, considero que a mensagem do filme é bastante positiva, pois acompanhamos sem desistência a tentativa de reabilitação destes jovens."

23 de junho de 2015

Três Feministas Esquecidas



Nisto do feminismo meets cinema existe muito mais para além do Mad Max. Existem personagens em filmes não muito valorizados que acabam por ser esquecidas ou nunca notadas pela maioria dos espectadores. 

10 de junho de 2015

Se Tu Visses o Que Eu Vi | Maio


Grace and Frankie: é mais uma das séries da Netflix, desta vez focada na terceira idade. O tema é muito actual, dois casais separam-se pois os maridos querem assumir a sua homossexualidade escondida há décadas e casarem. As esposas, Grace e Frankie, que se odiavam, são levadas a conviver mais uma com a outra  e a explorar uma amizade nunca antes pensada. Jane Fonda e Lily Tomlin, quase aos 80 anos, desempenham papéis carismáticos e energéticos, desmistificando a velhice na ficção e na vida real.

15 de maio de 2015

The Age of Adaline



Lee Toland Krieger realiza um filme lindíssimo, em história e em imagem, onde Blake Lively surpreende pela positiva. A miúda de Gossip Girl realmente cresceu e distancia-se da série, mesmo que em looks de festa a aparência desta personagem seja parecida coma  de Serena. Na verdade é apenas a aparência que se assemelha, pois Adaline tem 107 anos de sabedoria num corpo de 29.

27 de abril de 2015

Spring Breakers | Caracterização e Guarda-Roupa

Com a mestria que o Korine nos habituou, este filme apresenta-nos personagens tão trabalhadas ao pormenor que podiam ser nossos vizinhos, bem reais.
A cultura popular adolescente americana (que acaba por ser comum também na Europa, pelo menos num imaginário que advém da produção cinematográfica de Hollywood) é retratada em contraste com um cultura thug. E parece que a união destes dois mundos acontece ao som de Britney Spears.






14 de abril de 2015

A idade dos heróis | The Avengers

 

Não sou espectadora de blockbusters, como é notório pela selecção que faço aqui neste recanto da Internet. No outro dia reparei com mais atenção em algo que já tinha dado conta na época natalícia, quando passou Iron Man 3 na TV: os super heróis, hoje, querem-se numa idade mais adulta.

Uma breve entrevista aos protagonistas de The Avengers: Age of Ultron, fez-me tomar atenção a um tipo de Cinema que quase sempre ignoro pois alguns destes actores são bastante maduros, aspecto que me parece diferir do estereótipo de super-herói.

Robert Downey Jr., como o acima referido Iron Man, tem 50 anos, acabados de festejar. Mark Ruffalo, o Hulk, tem 48. Jeremy Renner tem 44 e é Hawkeye. Samuel L. Jackson de 67 anos volta  a desempenhar Nick Fury. Clark Gregg é Phil Coulson e passou por 53 Primaveras. Representando um outro grupo de idades temos Chris Evans (Capitão América) e Tom Hiddleston (desempenha o vilão Loki) ambos com 34 anos, Chris Hemsworth (Thor) de 32.

30 de março de 2015

Se tu visses o que eu vi | Março

Não ando com tempo para ver filmes ou seguir reliogiosamente séries... Ultimamente tem sido assim:

 

Masterchef Austrália porque é a única versão em que me sinto a aprender algo acerca de comida/ cozinhar, sem grande enfoque nos dramas ou quezílias pessoais dos concorrentes ou com aquele gosto amargo de competição feroz entre eles. O ano passado segui a versão portuguesa na TVI, mas este ano, devido a todas as polémicas em relação à selecção dos concorrentes, perdi a curiosidade em assistir ao programa.

Shark Tank Portugal: Parece-me fiel à versão original que gosto de dar uma espreitada e um formato inédito feito em português, que pode dar visibilidade e oportunidades ambiciosas a quem foi seleccionado.

6 de março de 2015

GIRLS | Hannah Moments

Hannah explicando à turma de secundário o conceito de MILF.

4 de fevereiro de 2015

Se tu visses o que eu vi | Janeiro



Gone Girl e The Theory of Everything foram os únicos filmes nomeados aos Oscars que vi. O primeiro, como já revelei, saltou para o meu top (que não tem quantidade nem ranking...). No caso da biografia de Stephen Hawking, que me prometia lágrimas e uma mega adoração... fiquei quase indiferente. Mesmo gostando imenso da Felicity Jones e do Eddie Redmayne, o filme não me tocou. A prestação de Redmayne é boa e merece a atenção que está a ter.

27 de janeiro de 2015

Broad City

Descobri Broad City há uma semana quando li o recap de Girls no Manrepeller. Na secção de comentários muitas leitoras comparavam as duas séries, ou melhor, diziam preferir Broad City. Fiquei intrigada, se adoro Girls e se há algo dentro do género, mas em melhor, tenho de ver!

Foi o que fiz e concluí que não há muita legitimidade na comparação. Se sinto que Girls não cabe na secção comédia, que talvez se acomode melhor em drama, Broad City é para rir, definitivamente. Os paralelismos só podem ser feitos até aqui: New York, raparigas na casa dos vinte anos a tentarem figure out as suas vidas e as criadoras a assumirem os papéis principais. De resto, nenhuma outra comparação se aplica.


Ilana Glazer e Abbi Jacobson são comediantes e começaram esta aventura no formato web. O ano passado a série passou a fazer parte do canal Comedy Central, produzida por Amy Poehler. Foi renovada para a segunda e, agora para a terceira temporada!

Spoiler alert!

22 de janeiro de 2015

Gone Girl, You Go Girl!

Gone Girl para mim define-se em duas palavras GIRL-POWER. Num ano em que feminismo deveria ter sido eleita a palavra mais popular, Rosamund Pike fez o papel, até então, da sua vida.

Spoiler alert...